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China Brasil Futebol

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Bem-vindos à China. Mais uma vez.

5 dicas fundamentais para viajar com tranquilidade ao maior país do mundo

Pela terceira vez em um ano estamos na China! Mais uma grande jornada com meu sócio e amigo Guilherme Alf. Desde que criamos o China Brasil Futebol tínhamos claro que estar sempre presente nos 2 países era fundamental. Conhecer de perto a China, mas manter nossa base no Brasil para que possamos ficar próximos da nossa audiência. 

Muita gente pergunta “como é ir para China?”. Neste post vou contar a nossa vinda e você vai entender como não é um dragão de 7 cabeças.

Escritório improvisado que montamos na escala no aeroporto de Newark, New Jersey.


1 - Sim, precisa de visto!
Diferente do tradicional visto Americano você normalmente tem direito a uma entrada na China quando faz o visto. A gente sempre faz com um despachante do Rio de Janeiro que é super de confiança e atencioso (quem quiser pede o contato por email). As taxas (já com o serviço do despachante) custam em torno de R$ 600,00 e ele agiliza tudo. Demora, em média, 1 semana.
 
2 - Carteira de Vacinação Internacional
Além do visto, a carteira de vacinação internacional deve estar em dia com a vacina para febre amarela. É parte da documentação que eles sempre revisam na Alfândega chinesa.

3 - Qual o "caminho" mais curto?
Não tem muito atalho para chegar na China, a viagem é longa mesmo. Então, a gente sempre opta pela clássica análise custo x benefício. Mais uma vez optamos por vir pelos Estados Unidos (atenção, precisa ter visto americano!) e o valor total da passagem sai por volta de R$ 4.000,00 já com as taxas, ida e volta, Porto Alegre-Pequim. No meu caso, que saí de Porto Alegre sem o Alf e um pouco mais cedo, foram 1h30 de voo até Guarulhos. Uma espera de 7 horas. Depois mais 9 horas de São Paulo até Newark (aeroporto ao lado de Nova Iorque), uma espera de 5 horas e depois mais 13 horas de voo até a China. 
O mais interessante é que o segundo voo foi todo de dia e dura “25 horas” com o fuso. Você sai às 12h do horário local dos EUA e chega às 13 horas horário local chinês. Fica um pouco confuso, "perdemos" uma noite, mas a gente já está acostumando.



4 - Entrando na China
A imigração é super tranquila pois quase ninguém fala inglês, logo não tem muito questionamento! Se você está com a documentação toda certa em 30 minutos você passa pela alfândega. O aeroporto é super bem sinalizado. Você pode optar por pegar um metrô (super barato) ou um táxi. No nosso caso optamos pelo táxi pela rapidez. A corrida até uma região bem central da cidade deu em torno de ¥ 120 (cento e vinte renmibis que significa "moeda do povo"), na casa dos R$ 60,00
 
5 - Enfrentando o fuso
Aqui em Pequim estamos 11 horas na frente do Brasil. O nosso relógio biológico está totalmente do avesso com o relógio daqui. A primeira noite é sempre complicada. É muito importante não ficar no celular, tem que dar uma desligada das mensagens e redes sociais. A gente traz também floral para ajudar a dormir melhor. E a cartada final, praticamente infalível: ligamos a TV em chinês que dá muito sono.

Descansar? Nada disso: ao trabalho!
Depois de uma viagem de quase dois dias e instalados no hotel é hora de dar aquela descansada? Não mesmo, já aproveitamos o fim de tarde para uma reunião com o Cesar Soler, empresário que está acompanhando o ex-técnico do Tianjin Quanjin, Vanderlei Luxemburgo em uma visita à China. Se tudo der certo, em breve a gente conta mais desse papo!

No segundo dia em Beijing encontramos o parceiraço Renato Augusto, um dos maiores nomes do futebol chinês e titular do hexa da Seleção Brasileira. Foi sensacional. Essa resenha merece um texto à parte. Seguimos viagem. Partiu, Shanghai!

De táxi rumo ao hotel em Pequim


 

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