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Após derrota para a Síria pelas Eliminatórias, Marcello Lippi pede demissão da Seleção Chinesa

O treinador italiano saiu furioso após mais uma derrota e entregou o cargo

Após a derrota desta quinta-feira (14) para a Síria por 2x1 pela quinta rodada das Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo de 2022, Marcello Lippi anunciou em coletiva o seu pedido de demissão do cargo de treinador da Seleção Chinesa.

Claramente contrariado pela derrota, o italiano assumiu a culpa pelo tropeço contra os sírios e deixou claro que o pedido para a sua saída será definitivo e que deseja boa sorte a China no futuro.

Porém apesar das palavras de incentivo para o futuro, Lippi deixou claro a insatisfação com a performance de alguns jogadores sob o seu comando, enfatizando a desastrosa apresentação de hoje, principalmente no segundo tempo.

Outro detalhe importante foi que o treinador não aceitou ouvir nenhuma pergunta dos jornalistas chineses que cobriram a partida. Deu o seu comunicado, inclusive com várias pancadas na mesa, e se retirou da coletiva.

Pouco tempo depois a Federação Chinesa de Futebol soltou uma nota onde agradeceu os serviços do técnico e confirmou a sua demissão.

Sob o comando do campeão do mundo pela Itália em 2006, a China disputou 35 jogos, venceu 15, empatou 9 e perdeu 11.


Especulação

De imediato a imprensa chinesa começou a especular quais nomes serão procurados pela Federação Chinesa para ocupar o cargo.

Li Xiaopeng, do Shandong Luneng, Luiz Felipe Scolari, ex-Guangzhou Evergrande, Li Tie, do Wuhan Zall, José Mourinho e Àrsene Wenger são os primeiros nomes falados.

Mas até agora nenhuma confirmação oficial da Federação, já que não era esperado uma saída abrupta de Lippi ainda em 2019.

 

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