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Nova regra sobre transferências não teria evitado saídas de Tardelli, Marinho e Ralf

CFA estabeleceu novo teto para transferências de jogadores estrangeiros e chineses

Por Leonardo Hartung

Houve quem comemorasse o anúncio da Associação Chinesa de Futebol (CFA) sobre a criação de um teto para transferências de jogadores. O valor máximo que se poderá pagar por cada contratação de estrangeiro é de € 5,9 milhões (R$ 21,9 milhões), enquanto para contratações de jogadores chineses o valor é de € 2,6 milhões (R$ 9,7 milhões).

Mas se o novo teto fosse regulamentado anos antes, não teria impedido a saída de bons jogadores do futebol brasileiro como Diego Tardelli, Marinho, Ralf, Júnior Urso, Darío Conca (quando acertou com o Shanghai SIPG em 2015), e estrangeiros como Papiss Cissé, John Obi Mikel e Giovanni Moreno.

Dos jogadores mencionados, Tardelli foi o mais caro ao deixar o Atlético Mineiro em janeiro de 2015 por € 5,5 milhões (R$ 16,6 milhões na época). Marinho deixou o Vitória no início do ano por € 5 milhões (R$ 17 milhões), enquanto Ralf acertou com o Beijing Guoan por € 1 milhão (R$ 4,4 milhões na época).

Entre as transações europeias, destacam-se a saída do senegalês Papiss Cissé do Newcastle United para o Shandong Luneng por € 5,85 milhões (R$ 21,2 milhões na época) e o nigeriano John Obi Mikel, que trocou o Chelsea pelo Tianjin Teda em uma transação sem custos para o clube de Tianjin.

O novo teto não impossibilita transferências acima dos € 5,9 milhões (R$ 21,9 milhões). Os clubes que contratarem estrangeiros por um valor superior ao estipulado terão que pagar uma multa ainda a ser definida pela CFA. A única certeza que fica é que as próximas janelas de transferências na China não deverão ter novas quebras de recordes.

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